Hunna (ou Huva)

Richard Foster conta em sua obra Rios de Água Viva a história de Hunna, que teria morrido por volta do ano 679:

 

Pouco se sabe da biografia de Hunna, uma nobre de nascimento, a não ser que ela era da província francesa da Alsácia e que se casou com um nobre, Huno, que era da vila de Hunnaweyer, na diocese de Estrasburgo (França). Sua importância se deve à sua disposição de lavar roupa para seus vizinhos necessitados, apesar de ser nobre. Essa prontidão lhe deu o epíteto de “A Santa Lavadeira”. Nessa atividade servil, ela contribuiu para a definição da vida sacramental.

 

A vida sacramental é uma das grandes tradições da espiritualidade cristã, e está baseada no serviço, oração e devoção a Deus na vida diária, da vida profissional às tarefas domésticas. Ancorada em testemunhos como o de Hunna, a tradição sacramental ganhou força no curso dos séculos e foi seguida por vultos cristãos como Susanna Wesley, Fiodor Dostoievski e Alexander Soljenitsin.

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